A Mídia manipuladora

março 27, 2009 at 12:20 am (Educação)

mundo20digitalMídia de forma generica são todos os meios de comunicação, ou seja, os veículos que são utilizados para a divulgaçao de conteúdos de publicidade e propagandas.

A mídia influencia o ser humano a comprar produtos supérfluos, causando o consumismo que impulsiona a pessoa comprar e comprar, cada vez mais. Um exemplo é o vídeo game, ele é um produto que muitas vezes não ajuda em nada e as pessoas acabam o adquirindo da mídia por que ele é isso por que ele é aquilo, e a pessoa acaba não comprando o que é mais importante para sua vida. Assim a pessoa acaba gerando um consumismo por coisas supérfluas e depois não tem dinheiro para comprar o seu alimento, suas roupas, seus moveis, sua casa.

A sociedade de hoje precisa saber comprar. Lógico que pode comprar uma tv de ultima geração, mas primeiro ela tem que comprar o que é importante para sua vida.

Não de bola para as propagandas que falam que você precisa daquilo, amenos que seja necessário para você.

Mídia de forma generica são todos os meios de comunicação, ou seja, os veículos que são utilizados para a divulgaçao de conteúdos de publicidade e propagandas.

A mídia influencia o ser humano a comprar produtos supérfluos, causando o consumismo que impulsiona a pessoa comprar e comprar, cada vez mais. Um exemplo é o vídeo game, ele é um produto que muitas vezes não ajuda em nada e as pessoas acabam o adquirindo da mídia por que ele é isso por que ele é aquilo, e a pessoa acaba não comprando o que é mais importante para sua vida. Assim a pessoa acaba gerando um consumismo por coisas supérfluas e depois não tem dinheiro para comprar o seu alimento, suas roupas, seus moveis, sua casa.

A sociedade de hoje precisa saber comprar. Lógico que pode comprar uma tv de ultima geração, mas primeiro ela tem que comprar o que é importante para sua vida.

Não de bola para as propagandas que falam que você precisa daquilo, amenos que seja necessário para você.

BY: FELIPE

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Paulo Freire

março 14, 2009 at 7:49 pm (Pensadores)

Paulo Freire

Paulo Freire

Paulo Freire (Recife, 19 de setembro de 1921 — São Paulo, 2 de maio de 1997) foi um educador brasileiro. Destacou-se por seu trabalho na área da educação popular, voltada tanto para a escolarização como para a formação da consciência. É considerado um dos pensadores mais notáveis na história da pedagogia mundial, tendo influenciado o movimento chamado pedagogia crítica. Para Paulo Freire, vivemos em uma sociedade dividida em classes, sendo que os privilégios de uns, impedem que a maioria, usufrua dos bens produzidos e, coloca como um desses bens produzidos e necessários para concretizar o vocação humana de ser mais, a educação, da qual é excluída grande parte da população do Terceiro Mundo. Refere-se então a dois tipos de pedagogia: a pedagogia dos dominantes, onde a educação existe como prática da dominação, e a pedagogia do oprimido, que precisa ser realizada, na qual a educação surgiria como prática da liberdade. O movimento para a liberdade, deve surgir e partir dos próprios oprimidos, e a pedagogia decorrente será ” aquela que tem que ser forjada com ele e não para ele, enquanto homens ou povos, na luta incessante de recuperação de sua humanidade”. Vê-se que não é suficiente que o oprimido tenha consciência crítica da opressão, mas, que se disponha a transformar essa realidade; trata-se de um trabalho de conscientização e politização. A pedagogia do dominante é fundamentada em uma concepção bancária de educação, (predomina o discurso e a prática, na qual, quem é o sujeito da educação é o educador, sendo os educandos, como vasilhas a serem enchidas; o educador deposita “comunicados” que estes, recebem, memorizam e repetem), da qual deriva uma prática totalmente verbalista, dirigida para a transmissão e avaliação de conhecimentos abstratos, numa relação vertical, o saber é dado, fornecido de cima para baixo, e autoritária, pois manda quem sabe. Dessa maneira, o educando em sua passividade, torna-se um objeto para receber paternalisticamente a doação do saber do educador, sujeito único de todo o processo. Esse tipo de educação pressupõe um mundo harmonioso, no qual não há contradições, daí a conservação da ingenuidade do oprimido, que como tal se acostuma e acomoda no mundo conhecido (o mundo da opressão)- -e eis aí, a educação exercida como uma prática da dominação.

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Louis Althusser

março 13, 2009 at 6:33 pm (Pensadores)

Louis Althusser
Louis Althusser

Filósofo francês. Cristão pela sua família e educação, em 1948 ingressa no Partido Comunista. Nesse mesmo ano inicia a sua carreira acadêmica como professor. Trabalha durante vários decênios na École Normale de Paris, onde reside, e onde, num arrebatamento de loucura, mata a esposa. Passa os seus últimos anos recolhido num sanatório.

Althusser é considerado um dos principais nomes do estruturalismo francês dos anos 60, juntamente com Claude Lévi-Strauss, Jacques Lacan, Michel Foucault ou Jacques Derrida, apesar de seu cuidado em criticar o estruturalismo como espécie de ideologia burguesa.Marxista, filiou-se ao Partido Comunista Francês em 1948. No mesmo ano, tornou-se professor da École Normale Supérieure.

Após a sua morte aparecem textos autobiográficos que dão fé da sua doença mental e insinuam uma dolorosa contradição íntima entre a sua educação cristã e a teoria marxista, de que é eminente estudioso, analista e reformista.

Autor de obras lidas e traduzidas no mundo inteiro como Lire Le Capital (1965), Pour Marx (1965) ou Positions (1976).

Sua principal tese é o anti-humanismo teórico que consiste em afirmar a primazia da luta de classes e criticar a individualidade como produto da ideologia burguesa. Sua fama se deve também ao fato de ter cunhado o termo “aparelhos ideológicos de Estado” e analisado a ideologia como espécie de prática em toda e qualquer sociedade e não somente como erro ou engano que o suposto iluminismo eliminaria.

Diversas posições teóricas de Althusser permaneceram muito influentes na filosofia marxista . O ensaio Sur le jeune Marx, constante de Pour Marx, faz uso de um termo do filósofo da ciência Gaston Bachelard ao propor uma “ruptura epistemológica” entre os escritos do jovem Marx, inspirados em Hegel e Feuerbach, e seus textos posteriores, propriamente marxistas. Seu ensaio Marxisme et Humanisme, também de Pour Marx, é uma forte afirmação de anti-humanismo na teoria marxista, condenando idéias como o “potencial humano” e o “ser-da-espécie” (Gattungswesen), que são freqüentemente apresentadas por marxistas como uma superação da ideologia burguesa de humanidade. No ensaio Contradiction et surdétermination, Althusser usa o conceito de superdeterminação, oriundo da psicanálise, a fim de substituir a idéia de “contradição” por um modelo mais complexo de casualidade múltipla, em situações políticas (uma idéia muito próxima do conceito de hegemonia de Antonio Gramsci).

A rejeição dos hegelianos parte da própria negação de estruturas hegelianas em Marx, onde a totalidade expressiva de Hegel cede lugar, na proposta althusseriana, ao “todo estruturado”. É um todo sobredeterminado com níveis e instâncias relativamente autônomas: na configuração social há, diferente da lógica dialética, “todos parciais”, sem prioridade de um centro. Em nível do econômico opera-se a rejeição da unicausalidade econômica da história e das lutas sociais atribuindo-se a instâncias, até então determinadas do discurso marxista (como o político e ideológico), o peso de instâncias decisivas, dominantes em ser determinantes. Essa renovação na explicação marxista dos processos sociais superou efetivamente os extremismos de se imputar invariavelmente a causa econômica a todos os acontecimentos sociais e políticos, negando-se a realidade dos fatos ou invertendo-se a sua lógica. A rejeição da totalidade expressiva hegeliana, que nos marxistas anteriores significava determinação e dominância só do econômico, ganha assim estatuto de verdade e respeitabilidade na análise social. Althusser satisfaz, nesse caso, o problema do político dominando historicamente sobre (às vezes até contra) o econômico na sociedade.

Althusser é amplamente conhecido como um teórico das ideologias, e seu ensaio mais conhecido é Idéologie et appareils idéologiques d’état (Ideologia e Aparelhos Ideológicos do Estado). O ensaio estabelece seu conceito de ideologia, que relaciona o marxismo com a psicanálise. A ideologia, para ele, deriva dos conceitos do inconsciente e da fase do espelho (de Freud e Lacan, respectivamente), e descreve as estruturas e sistemas que permitem um conceito significativo do eu. Estas estruturas, para Althusser, são tanto agentes de repressão quanto são inevitáveis – é impossível escapar das ideologias ou não ser-lhes subjugado.

A ideologia, para Althusser, é a relação imaginária, transformada em práticas, reproduzindo as relações de produção vigentes. Na realização ideológica, a interpelação, o reconhecimento, a sujeição e os Aparelhos Ideológicos de Estado (AIE), são quatro categorias básicas.

Em seu discurso sobre a Ideologia é patente sua preocupação em encontrar o lugar da submissão espontânea, o seu funcionamento e suas conseqüências para o movimento social. Para ele, a dominação burguesa só se estabiliza pela autonomia dos aparelhos (de produção e reprodução) isolados.

O mito do Estado, como entidade incorporada pelos cidadãos e como instituição acima da sociedade, aparece, também no estruturalismo marxista de Althusser sob a forma de “a instituição além das classes e soberana”. Assim os Aparelhos Ideológicos do Estado são a espinha dorsal de sua teoria.

A teoria dos Aparelhos Ideológicos de Estado constrói uma visão monolítica e acabada de organização social, onde tudo é rigidamente organizado, planejado e definido pelo Estado, de tal sorte que não sobra mais nada para os cidadãos. Não há mais nenhuma alternativa a não ser a resignação ante o Estado onipresente e absolutamente dominante.

A visão extremamente simplista dos aparelhos ideológicos como meros agentes para garantir o desempenho do Estado e da ideologia atraiu para Althusser as freqüentes críticas de funcionalismo. Isto se deve ao fato de que ele não inclui nas suas preocupações questionamentos, sobre o surgimento desses aparelhos ideológicos e sobre sua lógica, conforme a época. Não há a noção de continuidade histórica e cada fase é uma fase em si, dentro da qual as diferentes instituições se articulam, sempre de forma relativa. Assim a igreja – ou a religião -, por exemplo, não é o resultado de uma sedimentação histórico-cultura de idéias e visões do mundo, trabalho de séculos dos organizadores da cultura; não, a igreja é a instituição e seu funcionamento só é captado dentro da lógica respectiva do momento analisado. A dimensão da “tradição de todas as gerações mortas que oprime como um pesadelo o cérebro dos vivos” (Marx) desaparece. 

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Para que serve a escola?

março 7, 2009 at 2:08 am (Educação)

Para encher o nosso saco e para nos fazer perder o melhor tempo de nossas jovens vidas com besteiras que não vão servir pra nada no futuro? Muitos pensam assim mas será que é isso mesmo?

Realmente aprendemos coisas na escola que dificilmente serão usadas, como por exemplo, para que temos que saber que aquela oração foi uma oração subordinada adverbial, isso só serve pra passar no vestibular, por que onde eu vou usar isso?

Mas por outro lado a escola também tem muitos pontos positivos. Ela prepara cidadãos, não só para o mercado de trabalho mas também para a vida. Muitos alunos aprendem a ter a educação que não tiveram em casa na escola sem contar que a escola tira muitas crianças da rua, infelizmente não são todas, ainda há crianças trabalhando ou pedindo esmola enquanto podiam estar estudando, mas ainda temos esperanças que isso mude.

Outro ponto positivo é que na escola não aprendemos só com os professores mas também com os nossos colegas de sala, com eles conhecemos novas culturas, compartilhamos conhecimento, perdemos preconceitos, aprendemos a trabalhar em equipe, alem de muitas outras coisas.

É para tudo isso que serve uma escola, mas para que ela cumpra todas essas funções é preciso deixar de tratar os alunos como vestibulandos que precisam de qualquer jeito entrar numa boa faculdade e começar a formar cidadãos para o mundo la fora.

Veja agora um video com a música “Estudo Errado” de Gabriel, o Pensador onde ele trata esse assunto de uma forma muito bem humorada.

 

 

 

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